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Atualizado às: 28 de fevereiro, 2005 - 09h09 GMT (06h09 Brasília)
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Diana em cena de novo
Ivan Lessa
Na ponta dos pés, Diana, a falecida Princesa de Gales, ataca de novo. No melhor dos sentidos, é claro.

Desta vez, sob a forma de um balé, ela que já foi minissérie na televisão americana e ópera e musical na Alemanha, onde, tudo indica, Diana tinha, e tem, ibope alto.

A idéia é fruto da imaginação fértil de Peter Schaufuss, ex-astro dos balés Bolshoi e de Nova York, além de diretor artístico (revolucionário, evidentemente) do Balé Nacional Inglês, e que hoje compartilha os frutos de sua sensibilidade artística com o mui cultivado povo dinamarquês.

A Grã-Bretanha prende a respiração enquanto aguarda a estréia da obra, marcada para o mês que vem, dia 8 de março, no Palace Theatre, de Manchester.

'Pas de deux'

Tudo correndo bem, o espetáculo deverá vir a Londres, para a delícia do público amante da quarta (acho que é isso) arte e os que colecionam tudo quanto é memorabília ligada à Princesa.

O fato de Charles e Camilla, com seu controvertido enlace marcado para abril, não deverá dissuadir o bailarino e coreógrafo responsável por aquela que só pode ser uma memorável noitada, conforme se diz.

Fontes fidedignas, dessas que vazam fofoca real para tablóide, ou abomináveis práticas políticas para os jornalões, já adiantaram alguns pontos altos da criação de Peter Schaufuss.

Em primeiro lugar, não há gozação, sátira ou paródia no balé. É uma “celebração” da vida e obra de Diana ao som de músicas tradicionais, como do inspirado britânico Sir Edward Elgar, e outras nem tanto, como da banda roqueira The Cure.

As mesmas fontes garantem que há uma beleza de pas de deux romântico de Diana com seu então namorado, e companheiro de desgraça em túnel francês, Dodi al-Fayed. Outro pas de deux é o de Charles e Camilla.

Será interessante conferir as filigranas coreográficas dos dois “passos a quatro”, se assim posso chamá-los. Peter Schaufuss, em declarações à imprensa, garante que o balé não toma qualquer partido, nem julga ninguém.

Carece de fundamento a notícia de que, dependendo do sucesso da ousada empreitada, já tem gente e companhia subsidiada pelo governo pensando em “A Guerra no Iraque – O Balé”.

Arquivo - Ivan
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