|
Para jornal argentino, tráfico e homicídios são "tragédia" no RJ | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário argentino La Nación publica nesta segunda-feira uma longa reportagem com o título “Narcotráfico, o poder paralelo no Rio de Janeiro”. O correspondente do jornal afirma que a cidade está enfrentando neste momento um de seus “surtos de violência” e qualifica a situação no Rio de “tragédia”. De acordo com o texto, “décadas de ausência ou negligência do Estado nos morros” geraram “um narcotráfico fortemente armado e uma estratégia policial que, em vez de combater o problema, acabou por se integrar a ele”. A reportagem diz ainda que há tantas armas à disposição nos morros que serviços de leasing e de aluguel de revólveres, fuzis e metralhadoras passaram a ser usados em seqüestros e outras atividades criminosas. No final, o resultado, para o La Nación, é “violência generalizada, caos e taxas de homicídio próprias de um país em guerra civil”. Governança corporativa e cerveja Na Grã-Bretanha, o Financial Times publica um artigo segundo o qual o ano tem sido bom para a entrada de novas empresas na Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo o jornal, depois de passar dois anos sem oferecer nenhuma oferta pública inicial, como estas operações são chamados, em 2004 já houve sete, e a Bovespa quer mais. O Financial Times atribui boa parte do crédito pela retomada à criação de um segmento da Bovespa chamado Novo Mercado, que dá ênfase à boa governança corporativa. A segurança transmitida pelas rígidas condições para entrar no Novo Mercado fazem a diferença porque “os parâmetros de governança corporativa no Brasil são notoriamente podres”, nas palavras do jornal. Já o jornal argentino Clarín diz que os acionistas da cervejaria Quilmes vão rejeitar a esperada nova proposta da Ambev para aumentar sua participação acionária de 40% para 100%. A nova ofensiva da Ambev é esperada para abril, mas o jornal de Buenos Aires afirma que a resposta do grupo liderado pelo empresário Carlos Miguens será a mesma de alguns meses atrás: não haverá acordo. Ucrânia e tigre O jornal britânico The Times destaca uma reportagem sobre o que pode ser um importante resultado de uma eventual vitória da oposição na nova eleição presidencial na Ucrânia: a retirada da frota russa estacionada no porto de Sevastopol, no Mar Negro. Caso Viktor Yushchenko saia vencedor do segundo turno, afirma o jornal, a Rússia pode receber um pedido para tirar seus navios do porto ucraniano, que usa há mais de 200 anos e no qual poderia ficar até 2017, segundo um acordo vigente. “Seria uma humilhação final no próprio quintal da Rússia, após a chegada das tropas americanas no Afeganistão, no Uzbequistão e na Geórgia”, diz a reportagem. Já o Financial Times afirma que as diferenças de opinão observadas entre os presidentes Vladimir Putin e George W. Bush na crise ucraniana geraram “ecos da Guerra Fria”. Tigre E outro jornal britânico, o The Independent, publica os resultados de uma pesquisa que apontam que o tigre é o animal mais popular do mundo. Com 21% das preferências, ele ficou na frente do cachorro (20%), do golfinho (13%) e do cavalo (10%) em uma pesquisa feita pelo canal de TV paga Animal Planet com mais de 50 mil pessoas em 73 países. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||