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FT: Consumo de etanol no Brasil faz mercado de açúcar crescer | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Financial Times traz uma reportagem em que diz que o consumo de etanol como combustível no Brasil representa um grande impacto no mercado mundial de açúcar. A reportagem diz que automóveis que podem ser abastecidos tanto com gasolina como com etanol responderam por 30% das vendas de carros novos no começo deste ano no Brasil, o maior mercado de veículos da América do Sul. Martin Todd, um analista de agricultura ouvido pelo Financial Times, afirma que a demanda por etanol no Brasil deve fazer a procura pelo mercado mundial de açúcar crescer pelo menos 2,5% até 2015. Atualmente, esse mercado cresce 1,5% por ano. Têxteis Outra reportagem do Financial Times diz que países em desenvolvimento que integram a Organização Mundial do Comércio (OMC) continuam divididos em relação ao que a entidade deveria fazer para ajudar pequenos produtores de têxteis. Eles devem ser fortemente atingidos quando o sistema global de cotas de exportação, que já tem dez anos, expirar no fim deste ano. O jornal informa que um encontro ontem em Genebra terminou sem acordo. "Isso vai abrir uma caixa de Pandora. Temos que respeitar o acordo atual como um pacote", disse ao jornal Domingos Mosca, da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT). De acordo com o Financial Times, em preparação para a liberalização do mercado no ano que vem, diversas grandes empresas brasileiras estabeleceram filiais na América Central e no México, de olho no mercado americano, e na Alemanha, para atingir o mercado europeu. Mal de Parkinson Nos Estados Unidos, o The New York Times traz uma reportagem em que diz que pessoas que sofrem do mal de Parkinson estão se queixando da retirada do mercado de um remédio que, segundo elas, é fundamental no tratamento da doença. A fabricante do remédio, Amgen, retirou-o do mercado neste ano alegando "questões de segurança". O The New York Times afirma que os pacientes dizem que a empresa "está roubando deles sua única esperança". "É quase a mesma coisa que um diabético ficar sem insulina", disse ao jornal Steve Kaufman, de 50 anos, que sofre do mal de Parkinson há dez. "Numa época em que a opinião pública debate se drogas inseguras como o Vioxx estão permancendo no mercado por muito tempo, essa história mostra pacientes que estão mais do que dispostos a aceitar riscos para obter um remédio", diz o jornal. "Essa disposição também levanta uma questão ética: se as empresas param de desenvolver as drogas por razões de segurança ou eficiência, ela está obrigada a continuar fornecendo essa droga a pacientes de seus testes clínicos?", indaga o The New York Times. Racismo Na Grã-Bretanha, o jornal The Guardian afirma que a Uefa, o órgão que regulamenta o futebol na Europa, vai analisar imagens de TV e outras informações antes de decidir se vai tomar alguma medida contra o Real Madrid, depois que sua torcida ofendeu com provocações racistas os jogadores brasileiros Juan e Roque Junior, do Bayer Leverkusen. Na partida disputada na terça-feira, válida pela Liga dos Campeões, além dos cantos racistas, a TV espanhola mostrou um pequeno grupo de torcedores fazendo a saudação nazista. O The Guardian lembra que a decisão da Uefa acontece em meio a um debate sobre racismo no futebol espanhol. O governo espanhol teve que pedir desculpas pelo comportamento de sua torcida, que ofendeu com ataques racistas jogadores negros ingleses que participaram de um amistoso contra a Espanha na semana passada. |
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