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Papéis secretos mostram pessimismo sobre Iraque, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano The New York Times publica uma reportagem em que diz que documentos secretos preparados pelos agentes de informações dos Estados Unidos em julho para o presidente George W. Bush mostram pessimismo sobre o futuro do Iraque. A estimativa descreve três possibilidades para o Iraque até o fim de 2005, segundo o jornal. O pior cenário refere-se a desdobramentos que podem levar a uma guerra civil. O mais favorável diz que o Iraque pode se tornar um país cuja estabilidade permanece frágil em termos políticos, econômicos e de segurança. A análise, a primeira deste tipo sobre o Iraque desde outubro de 2002, foi preparada pelo Conselho de Informações Nacionais e aprovada pela Comissão de Informações Estrangeiras. A revista Time desta semana pergunta em sua reportagem de capa "Quem deixou a porta aberta?" e diz que, apesar de muito se falar sobre segurança, entrar de maneira ilegal nos Estados Unidos é "escandalosamente fácil" e cada vez mais freqüente. "Da próxima vez que você passar por um aeroporto e tiver que mostrar uma identidade com foto para provar quem você é, retirar seus sapatos, tirar o cinto, esvaziar os bolsos, provar que seu laptop não é uma bomba e ter sua bolsa submetida a raio-x para garantir que não está levando armas, pense nisso: num único dia, 4 mil estrangeiros entram no país pela mais congestionada rota ilegal, a fronteira entre o Estado do Arizona e o México", diz a revista. O movimento é tão grande, diz a revista, que "os invasores tropeçam uns nos outros". Os latino-americanos, diz a Time, de Guatemala, El Salvador, Brasil, Nicarágua e Venezuela, antes em maioria na travessia dessa fronteira, têm agora a companhia de cidadãos do Afeganistão, Bulgária, Rússia, China, Egito, Irã e Iraque. A revista Time estima que o número de estrangeiros tentando entrar de forma ilegal nos Estados Unidos neste ano somará 3 milhões de pessoas, "o suficiente para encher 22 mil Boeing 737-700, ou 60 vôos diários por um ano". Laranjas O jornal Financial Times afirma que a onda de furacões que está atingindo a Flórida pode ser favorável a produtores de laranja do Brasil. O diário diz que o Brasil está agora em época de colheita, "e a safra é boa desta vez". Segundo o Financial Times, "apesar de produtores terem sido poupados de um terceiro furacão, analistas acreditam que o impacto das tempestades vai apressar o êxodo de produtores da Flórida, beneficiando os produtores brasileiros". Na França, o Le Monde elogia a decisão do governo da Turquia de desistir do seu plano de tornar o adultério um crime. De acordo com o diário, a medida é uma prova da forte influência da União Européia, mas também mostra como as coisas estão mudando no país. O El País, da Espanha, é outro jornal que aplaude a decisão e também refere-se ao poder da União Européia de "aprofundar a democratização dos países que querem se juntar à organização". Código Da Vinci O International Herald Tribune traz uma reportagem em que diz que a França está aproveitando o sucesso do best-seller O Código Da Vinci, de Dan Brown, para faturar promovendo tours pelos lugares citados no livro. "De vez em quando, o mundo pedante da cultura francesa reconhece o poder e a lucratividade de uma boa história, mesmo que ela tenha sido contada por um americano", diz o jornal. E continua: "a revelação mais dramática do livro - que a igreja católica conspirou por séculos para encobrir provas de que Jesus e Maria Madalena eram marido e mulher, e que seus descendentes se tornaram os primeiros reis da França - se ajusta perfeitamente às tradições centenárias francesas de anticlericalismo". Madonna O Daily Telegraph, da Grã-Bretanha, afirma que árabes e judeus estão unidos contra a peregrinação de Madonna a Israel. A cantora chegou a Israel na noite de quarta-feira, para praticar a sua nova fé, a cabala, descrita como uma forma de misticismo judaico. O jornal afirma que palestinos acusaram Madonna de ignorar seu sofrimento, enquanto judeus ortodoxos disseram que ela é religiosamente insensível. |
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