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Correção: Post levanta dúvidas sobre documentos que questionam serviço militar de Bush | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal The Washington Post trouxe na sexta-feira uma reportagem em que levanta dúvidas sobre a autenticidade de documentos questionando o cumprimento de obrigações militares do presidente George W. Bush durante a Guerra do Vietnã. A BBC Brasil errou ao publicar, na própria sexta-feira, um texto afirmando que o jornal questionava os documentos apresentados por Bush para comprovar que serviu na Guarda Nacional Aérea do Texas. Segundo o Washington Post, os documentos apresentados pela rede de TV americana CBS incluem diversas características tipográficas que sugerem que eles foram produzidos por computador e não por máquinas de escrever da época da Guerra do Vietnã. Os documentos têm datas de 1972 e 1973 e incluem uma ordem para Bush se apresentar para seus exames físicos e uma discussão sobre como ele poderia escapar de exercícios militares. Outro lado O The Washington Post afirma que a rede CBS divulgou um comunicado confirmando sua reportagem, dizendo que cada documento "foi checado por especialistas independentes" e afirmando que a rede "está convencida de sua autenticidade". A declaração divulgada pela CBS acrescenta que os repórteres da emissora verificaram os documentos, conversando com pessoas não identificadas que viram os papéis "na época em que foram escritos". De acordo com o The Washington Post, a viúva do membro da Guarda Nacional cuja assinatura consta em alguns documentos também questionou sua autenticidade. O The Washington Post afirma que o porta-voz da CBS Kelli Edwards se negou a responder perguntas feitas por especialistas que examinaram cópias dos documentos a pedido do jornal e a fornecer os nomes dos especialistas consultados pela emissora de TV. O The Washington Post afirma que a estratégia da administração Bush na quinta-feira foi deixar os jornais levantarem dúvidas e promoverem perícias sem tomar uma posição oficial sobre a autenticidade dos documentos. O jornal cita o porta-voz da campanha de Bush, Steve Schmidt, que disse: "Na revisão destes documentos, fica claro que eles não fazem nada para mudar o fato de que o presidente serviu honradamente, e se orgulha de seu serviço na Guarda Aérea Nacional". |
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