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Violência pode atrapalhar eleições no Iraque, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário americano The New York Times traz uma reportagem nesta quarta-feira em que diz que no momento em que as mortes de militares americanos no Iraque chegam a mil, autoridades do Pentágono disseram que insurgentes controlam regiões importantes do país e que não está claro quando os americanos e as forças iraquianos serão capazes de dominar estas áreas. A reportagem do jornal afirma que o governo americano está preocupado com os planos para as eleições no Iraque, temendo que não possa haver um pleito nacional legítimo em todo o país se o controle sobre essas áreas não for retomado até janeiro. O ataque do vice-presidente americano, Dick Cheney, ao candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, John Kerry, também é destaque dos jornais americanos. Cheney disse que se Kerry for eleito, os Estados Unidos correm o risco de serem atingidos por ataques terroristas de novo. "É absolutamente essencial que daqui a oito semanas, em 2 de novembro, nós façamos a escolha certa, porque se fizermos a escolha errada, há o risco de seremos atingidos novamente", disse Cheney. O jornal Washington Post diz que a campanha republicana continua sua escalada de ataques pesados a Kerry, fazendo com que o candidato democrata não consiga controlar o debate eleitoral. Para The New York Times, mesmo quando os candidatos tentam discutir assuntos como economia, a questão do Iraque e do terrorismo sempre incendeia o debate. O jornal também cita um ataque de Kerry ao presidente George W. Bush, dizendo que seu adversário fez "escolhas erradas". "A escolha mais catastrófica foi a confusão que ele fez no Iraque", afirmou Kerry. Europa A imprensa européia dá destaque ao seqüestro, na terça-feira, de duas italianas no Iraque. Elas trabalham para uma instituição que ajuda crianças iraquianas. O L'Unita, da Itália, diz que viu com preocupação "declarações inapropriadas" do presidente da Câmara dos Deputados, Pier Fernando Casini, que disse que "não negocia com terroristas". Na Espanha, o El País afirma que os seqüestros "reforçam o sentimento de que o caos reina no Iraque e trabalhadores de instituições de ajuda, como as duas mulheres italianas, correm o mesmo risco - ou até maior - que aqueles que estão no combate". O fim do reinado de cinco anos do americano Tiger Woods como golfista número 1 do mundo é destaque na imprensa britânica. O The Times traz um perfil do novo número 1, Vijay Singh, de Fiji, e diz que Woods se tornou vítima do próprio sucesso, sofrendo pressões tanto em sua vida profissional quando em assuntos particulares. O jornal diz também que ninguém sabe se a cirurgia que Woods sofreu no joelho no fim de 2002 afetou seus movimentos. O Financial Times também trata do assunto, dizendo que uma era notável no esporte chegou ao fim. O diário destaca o fato de Woods, de 28 anos, ter sido desbancado por um golfista 13 anos mais velho, e não por um novato, como normalmente acontece com os campeões. E afirma que, depois de ter conquistado todos os títulos, e ter batido o recorde de prêmios - o golfista acumulou US$ 48,6 milhões (cerca de R$ 141 milhões) até 2003 - talvez ele precise de novos incentivos. |
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