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Atualizado às: 15 de setembro, 2004 - 09h45 GMT (06h45 Brasília)
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Com diplomacia e competitividade, Brasil tem febre de exportações, diz FT
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O jornal Financial Times traz uma longa reportagem em que, com o título "Vendendo o Brasil: o eterno país do futuro chega à maturidade no cenário global", afirma que empresas por todo o país pegaram a febre da exportação.

Segundo o jornal, uma crescente competitividade e uma diplomacia mais assertiva na área de comércio ajudaram a aumentar as exportações brasileiras. De acordo com os autores da reportagem, Raymon Collit e Richard Lapper, desta vez há mais confiança de que os benefícios chegaram para ficar.

O Financial Times afirma que o Brasil é, tradicionalmente, uma das economias mais isoladas do mundo, mas "parece estar finalmente fazendo sentir o seu peso no mercado global".

O diário diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva - "que estabilizou a economia desde sua vitória esmagadora em outubro de 2002" - merece parte do crédito pela boa fase das exportações, "mas seu predecessor, Fernando Henrique Cardoso, fez boa parte dos ajustes políticos e econômicos".

"Até mesmo críticos admitem que a administração Lula tem uma política externa mais audaciosa", diz o jornal.

Mas, segundo o diário, a infra-estrutura deficiente pode ser um problema para o país. De acordo com o Financial Times, o Brasil tem um décimo da malha ferroviária dos Estados Unidos, com território praticamente equivalente.

E o jornal cita estimativas que dizem que os custos de transporte brasileiros são o dobro daqueles da China e da Rússia.

Renúncia

Na Grã-Bretanha, o destaque em todos os jornais é a informação de que o primeiro-ministro Tony Blair quase renunicou ao cargo no começo do ano por pressões de sua família.

O integrante da Câmara dos Lordes Melvyn Bragg, amigo de Blair, disse num programa de televisão britânico que "talvez ele (Blair) tenha tido dúvidas sobre algumas políticas, mas a verdadeira pressão foi pessoal e familiar".

O The Times afirma que o gabinete do primeiro-ministro disse que a afirmação causou surpresa.

Segundo o jornal, afirmações como as de Bragg são uma explicação adicional para a determinação de Blair em mostrar que está comprometido com um terceiro mandato.

O Daily Telegraph diz que apesar das negativas vinda de Downing Street, fontes do jornal confirmaram que Blair pensou em renunciar. De acordo com o jornal, alguns ministros estavam tão preocupados com o seu moral que procuraram Tony Blair e pediram que ele continuasse no cargo.

A semana de especulações sobre as intenções de Tony Blair é lembrada pelo The Guardian, que diz que uma das versões sugerem que o primeiro-ministro chegou a considerar a possibilidade de renunciar não depois, mas antes das próximas eleições.

Nos Estados Unidos, o The New York Times traz uma reportagem em que diz que pesquisas mostram que o interesse dos jovens pelas eleições presidenciais é o mais alto desde 1972, quando pessoas entre 18 e 20 anos obtiveram o direito de votar.

O jornal diz que é uma novidade, depois da apatia registrada entre os jovens no pleito de 2000. Segundo o diário, o salto no número de jovens registrados para votar decorre do esforço de partidos e grupos apartidários para atrair novos eleitores, num pleito que pode ser decidido por pequena margem.

Detalhe de foto de Marcela Haddad'My voice, my life'
Exposição de fotógrafa brasileira retrata locais pobres do mundo.
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