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Atualizado às: 10 de novembro, 2007 - 09h12 GMT (07h12 Brasília)
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Bhutto recomeça campanha contra estado de exceção
Benazir Bhutto
Ex-primeira-ministra terá encontro com membros de seu partido
A ex-primeira-ministra e líder de oposição do Paquistão, Benazir Bhutto, retomou neste sábado a campanha contra o estado de exceção imposto há uma semana pelo presidente Pervez Musharraf.

Na manhã deste sábado, Bhutto pôde deixar sua casa depois que a ordem de prisão domiciliar decretada pela polícia na sexta-feira foi revogada.

A ex-premiê tentou fazer uma visita ao presidente da Suprema Corte do Paquistão, Iftikhar Chaundhry - que foi destituído do cargo e está em prisão domiciliar -, mas foi impedida pela polícia.

Mais cedo, Bhutto uniu-se a uma manifestação de jornalistas, que protestavam contra a suspensão de alguns meios de comunicação.

Durante o ato, Bhutto disse que pretende liderar uma grande marcha da cidade de Lahore até Islamabad, na terça-feira.

"Eu peço a todos os setores da sociedade que unam-se a nós na luta pela democracia", disse a ex-premiê.

Bhutto disse que lançará uma campanha para forçar Musharraf a deixar o posto de chefe do Exército.

Rumores

Poucas horas depois de a prisão domiciliar de Bhutto ter sido suspensa, o procurador-geral do Paquistão, Malik Mohammad Qayyum, disse que o estado de exceção decretado por Musharraf poderá ser suspenso em um mês.

Em entrevista concedida a um canal de televisão privado, o procurador disse que as restrições impostas pelo presidente Pervez Musharraf “não são permanentes” e serão suspensas antes do que “as pessoas imaginam”.

“A medida não vai durar anos”, assegurou Mohammad Qayyum.

Nesta sexta-feira, os Estados Unidos voltaram a insistir que Musharraf deve deixar o cargo de chefe do Exército e marcar uma data precisa para as eleições.

O porta-voz do Departamento de Estado, Sean McCormack, disse que, embora o presidente já tenha se comprometido a deixar a farda e a realizar as eleições até o dia 15 de fevereiro, Musharraf precisa deixar claro quando exatamente fará o que prometeu.

"Ele deve assumir esse compromisso publicamente e marcar uma data para a população paquistanesa para que eles tenham uma expectativa de voltar ao estado constitucional e ao caminho para a democracia", disse McCormack.

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