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Eleições vão ocorrer até fevereiro, diz Musharraf | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A emissora de televisão estatal do Paquistão informou que o presidente Pervez Musharraf anunciou que o país terá eleições até 15 de fevereiro. O pleito estava originalmente marcado para meados de janeiro, e Musharraf vem sendo pressionado a honrar a data. O presidente declarou estado de emergência no país no último sábado. Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse por telefone a Musharraf que ele deveria realizar eleições o mais breve possível. 'Aliado' O presidente americano disse que falou com o líder militar paquistanês durante 20 minutos. "Minha mensagem foi que nós acreditamos fortemente em eleições e que você tem que ter eleições logo e precisa tirar o seu uniforme", afirmou Bush. "Você não pode ser o presidente e o chefe dos militares ao mesmo tempo, então eu tive uma discussão muito franca com ele." Bush também destacou no contato com jornalistas que Musharraf tem sido um "aliado indispensável" dos Estados Unidos. Prisões Nesta quinta-feira, o partido da ex-premiê do Paquistão, Benazir Bhutto, Partido do Povo Paquistanês (PPP), disse que mais de 700 de seus simpatizantes foram presos em batidas pela madrugada, antecipando uma manifestação convocada para sexta-feira contra o estado de emergência decretado pelo presidente Pervez Musharraf. Os ativistas foram levados de suas casas horas depois da conversa de Bush e Musharraf. O PPP planeja um grande ato público em Rawalpindi, perto da capital do país, Islamabad, na sexta-feira. A porta-voz do partido, Farzana Raja, disse à agência de notícias Reuters que foram realizadas detenções em massa na província de Punjab, na região central do país, onde fica Rawalpindi. O governo paquistanês negou detenções em massa, mas o chefe de polícia de Rawalpindi, Saud Aziz, deixou claro que não vai permitir a realização da manifestação. |
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