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Bush analisa aumento das Forças Armadas dos EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Casa Branca confirmou nesta terça-feira que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, está considerando um aumento das Forças Armadas americanas. O porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, disse que Bush também considera um aumento, no curto prazo, no número de soldados no Iraque. Em entrevista ao jornal Washington Post, Bush afirmou que planeja aumentar o tamanho do Exército dos EUA e do Corpo de Fuzileiros Navais, não apenas em resposta à escalada da violência no Iraque, mas para enfrentar a luta mais ampla contra o terrorismo e o extremismo islâmico ao redor do mundo. Na entrevista, o presidente não forneceu estimativas sobre o aumento, mas disse que concorda com representantes do Pentágono e do Capitólio de que as forças estão no seu limite. Os Estados Unidos têm atualmente cerca de 140 mil soldados no Iraque. Bush pediu que o novo secretário de Defesa americano, Robert Gates, avaliasse a questão do aumento das forças americanas. "Falei sobre isso com o secretário Gates e ele vai (...) voltar com uma recomendação sobre como avançar nessa idéia", disse o presidente. Bush também afirmou que ainda não tomou uma decisão em relação a uma nova estratégia americana para o Iraque. Essa decisão deverá ser anunciada no próximo mês. Recorde De acordo com um relatório do Pentágono, os ataques a civis e militares no Iraque atingiram nível recorde entre agosto e o mês passado, com uma média de 959 ataques por semana. Trata-se, segundo o relatório, de um aumento de 22% no número de ataques e de 2% nas baixas civis em comparação com os três meses anteriores. O relatório foi divulgado horas depois de o novo secretário de Defesa, Robert Gates, empossado na segunda-feira, dizer que o fracasso no Iraque seria uma "calamidade" que colocaria em risco a segurança dos Estados Unidos por muitos anos. Ao tomar posse, Gates disse que o Iraque era sua prioridade e que pretende visitar o país em breve para ouvir as sugestões dos comandantes americanos sobre como melhorar a situação no país. O novo secretário de Defesa afirmou ainda que não vai deixar o Afeganistão se tornar "um santuário de extremistas" novamente. |
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