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Tropas italianas seguem para o sul do Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cinco embarcações da Marinha da Itália partiram para o Líbano nesta terça-feira transportando quase 2,5 mil soldados que integrarão a missão de paz das Nações Unidas (ONU) no sul do país. Numa primeira etapa, 980 soldados italianos desembarcarão no Líbano. O porta-aviões Garibaldi foi acompanhado de três outros navios e um barco de patrulha. Eles deixaram os portos de Brindisi e Taranto. As embarcações deverão chegar ao porto libanês de Tiro na sexta-feira, de acordo com a agência de notícias France Presse. Liderança O contingente italiano será o maior da força de paz internacional, que será ampliada de dois mil para 15 mil soldados para monitorar o cessar-fogo apoiado pelas Nações Unidas.
A França vai comandar a força inicialmente, e a Itália assumirá o comando em fevereiro do ano que vem. O primeiro-ministro da Itália, Romano Prodi, e o ministro da Defesa do país, Arturo Parisi, fizeram um pronunciamento às tropas a bordo do Garibaldi em Brindisi antes da partida do porta-aviões. "É uma missão delicada, de enorme importância histórica", disse Prodi, acrescentando que as condições do envio de tropas são "claras e inequívocas". Israel reiterou que não vai se retirar totalmente do sul do Líbano até que a força da ONU seja enviada. Os países-membros da União Européia prometeram contribuir com 7 mil soldados para a força internacional. Prodi disse que a Itália voltou a desempenhar um papel importante no cenário internacional. O ministro do Exterior da Itália, Massimo D'Alema, disse que a nova missão da ONU no Líbano marca o fim do unilateralismo que marcou a política externa americana desde os ataques de 11 de setembro de 2001. D'Alema disse ao jornal italiano Corriere della Sera que a nova missão marcou a volta da ONU e da Europa a uma posição central no panorama mundial. |
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