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Conflito causou prejuízo de US$ 3,6 bilhões, diz Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Economia do Líbano, Sami Haddad, disse que o conflito entre Israel e o grupo xiita Hezbollah causou prejuízo de US$ 3,6 bilhões (cerca de R$ 7,6 bilhões). Entre os setores mais prejudicados estão o bancário e o turismo, os mais importantes do país. Agricultura, pesca, serviços e indústria também tiveram perdas importantes. Apesar dos danos, o ministro da Economia do Líbano se mostrou otimista em entrevista à agência de notícia Reuters. "Não há dúvidas de que, na medida em que a situação se estabilizar política e militarmente, haverá muito trabalho. A reconstrução vai gerar muitos empregos e atrair investimentos", disse. Ele espera que em 2007 a economia libanesa cresça dois dígitos, em função da reconstrução. Pacote americano Em Washington, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou nesta segunda-feira que irá elevar o pacote de ajuda do país ao Líbano para US$ 230 milhões. O dinheiro será usado na reconstrução de casas e da infra-estrutura libanesa, disse Bush em uma entrevista coletiva na Casa Branca. Esse pacote, inicialmente estimado em US$ 50 milhões, inclui 25 mil toneladas de trigo, US$ 42 milhões para ajudar a equipar o Exército libanês e assistência para solucionar um vazamento de petróleo proveniente de uma usina de energia bombardeada. Bush também defendeu o rápido envio de mais soldados para a força de paz no Líbano. "A necessidade é urgente", afirmou. Uma resolução da ONU determina o envio de 15 mil soldados para dar sustentação ao cessar-fogo entre Israel e o grupo xiita Hezbollah. O presidente americano disse que, apesar de não contribuir com soldados, os Estados Unidos farão a sua parte - dando ajuda em suporte logístico, inteligência e controle. |
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