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Atualizado às: 16 de agosto, 2006 - 20h24 GMT (17h24 Brasília)
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França vai liderar força expandida da ONU no Líbano
Guerrilheiro do Hezbollah
O grupo xiita Hezbollah ainda controla o sul do Líbano
A França anunciou que está disposta a liderar até fevereiro de 2007 a força internacional de paz expandida que as Nações Unidas planejam ter no Líbano.

A ministra da Defesa da França, Michèle Alliot-Marie, confirmou a interesse do país, mas ressaltou em entrevista a um canal de televisão francês que a força internacional precisa ter poder suficiente e um mandato claro.

O país já lidera as atual força da ONU no Líbano, a Unifil, formada por cerca de dois mil soldados.

Negociações internacionais têm sido intensas na sede das Nações Unidas, em Nova York, e em Beirute sobre o envio de até 3,5 mil soldados ao sul do Líbano nas próximas duas semanas.

A ONU espera no futuro conseguir aumentar esse contingente para 15 mil.

Tropas libanesas

Nesta quarta-feira, o gabinete de governo do Líbano aprovou o envio de tropas nacionais ao sul do país.

De acordo com as autoridades libanesas, o contingente, que deverá contar com 15 mil soldados, começará a se deslocar para a região ao sul do Rio Litani nesta quinta-feira.

O envio é um dos termos da resolução da ONU aprovada na última sexta-feira, que estipulou ainda o cessar-fogo entre Israel e o grupo militante Hezbollah, em vigor há três dias, e a presença da força internacional para monitorar a trégua.

É a primeira vez que o Líbano envia militares para a área de fronteira em décadas. A área tem ficado sob controle do Hezbollah.

Em visita ao Líbano na terça-feira, o chanceler Celso Amorim que o Brasil também não estava considerando enviar tropas para o país.

Retorno

No terceiro dia de vigência do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah, até 250 mil pessoas que haviam deixado suas casas no sul do Líbano já retornaram à região, segundo a ONU.

Outras centenas de milhares de pessoas estão fazendo o caminho de volta.

A viagem de 80 quilômetros entre Beirute e a cidade costeira de Tiro, no sul do país, estaria levando 12 horas, apesar dos esforços do Exército libanês para consertar as estradas e pontes danificadas pelos bombardeios israelenses.

Organizações internacionais de ajuda humanitária também tentam enviar alimentos e medicamentos para as pessoas necessitadas na região.

O governo israelense diz que o sul do Líbano permanecerá inseguro até que o Exército libanês e as forças da ONU cheguem à região.

Do lado israelense, os moradores do norte do país que deixaram a região também estão retornando às suas casas.

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