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Atualizado às: 07 de agosto, 2006 - 02h17 GMT (23h17 Brasília)
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Ataque do Hezbollah mata quinze no norte de Israel
Soldados israelenses disparam morteiros contra o sul do Líbano
Israel mantém ataques aéreos ao Líbano no domingo
Ao menos quinze israelenses morreram neste domingo no norte de Israel - doze deles, reservistas - após serem atingidos por um míssil disparado pelo Hezbollah. Pelo menos outras nove pessoas ficaram feridas.

Esta foi a maior baixa até agora para Israel desde o início do conflito com o grupo militante libanês, há três semanas.

O míssil do Hezbollah teria atingido um prédio na cidade israelense de Kfar Giladi, perto da fronteira com o Líbano, onde estava concentrado um grupo de reservistas recém-convocados pelo Exército.

Segundo a agência de notícias France Presse, os mortos eram todos moradores de um kibbutz ao norte de Israel.

Testemunhas disseram que os disparos de mísseis feitos pelo Hezbollah duraram cerca de 15 minutos.

Vários foguetes também atingiram a cidade portuária de Haifa, em Israel, matando três pessoas e deixando dezenas de feridos. Há notícia de que um prédio desabou.

Israel, por sua vez, continuou seus ataques ao Líbano, que mataram pelo menos 14 pessoas.

Diplomacia

O Líbano pediu formalmente ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que faça uma revisão de sua proposta de resolução para o fim do conflito no Oriente Médio.

O representate do Líbano na ONU, Nouhad Mahmoud, disse que submeteu uma emenda ao esboço franco-americano, pedido que as forças israelenses se retirem do território libanês.

O Líbano também apresentou objeções à forma como o texto lida com disputas territoriais e a questão dos prisioneiros mantidos em ambos os lados.

Mas o embaixador da Rússia na ONU, Vitaly Churkin, afirmou que as exigências do Líbano sugeriu que um acordo ainda está distante, e pediu ao governo libanês que reconheça que as suas preocupações estão sendo atendidas implicitamente no texto da resolução.

As discussões em torno da proposta devem prosseguir na segunda-feira na sede da ONU, em Nova York.

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