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Rebeldes chechenos rejeitam oferta de 'anistia' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Líderes rebeldes na Chechênia rejeitaram uma oferta de anistia feita pela Rússia. O líder rebelde Doku Umarov afirmou em uma declaração em um website partidário dos rebeldes chechenos que a oferta era uma "tentativa perdida" do Kremlin para esconder a situação real na região. O chefe do serviço de segurança russo (FSB), Nikolai Patrushev, pediu que os rebeldes chechenos depusessem suas armas e iniciassem as negociações de paz com o governo russo. Seu pedido ocorre depois da morte do mais procurado líder rebelde checheno, Shamil Basayev, morto na semana passada em uma explosão. "Todos os anúncios de Moscou a respeito do 'fim da guerra' ou a chamada 'anistia'... servem como a última tentativa perdida do regime do Kremlin para envolver a situação real... em mentiras", disse Umarov em sua declaração. 'Motivados' Umarov afirmou também que os rebeldes estão "organizados e motivados como nunca" e que a guerra vai continuar. No último fim de semana Patrushev pediu que os rebeldes entregassem suas armas. O chefe do FSB disse que os rebeldes teriam um julgamento justo se "eles se voltassem para o lado do povo" até o final do mês e acrescentou que esta é uma "chance real" para que os rebeldes "retornem a uma vida pacífica". A Rússia afirma que Basayev foi morto em uma "operação especial" na república vizinha da Ingushetia, no dia 10 de julho. Os rebeldes afirmam que Basayev e outros três militantes morreram em um acidente, quando um caminhão que transportava explosivos explodiu. Basayev liderou a primeira tomada em massa de reféns no sul da Rússia, na cidade de Budyonnovsk, em 1995, e afirma ter estado por trás da captura de um teatro em Moscou em 2002 - que resultou na morte de 129 pessoas. Acredita-se que ele comandou o ataque a bomba em um estádio em Grozny, capital da Chechênia, em maio de 2003, que matou o presidente pró-Rússia Akhmad Kadyrov. Ele também é acusado de planejar uma série de grandes ataques, incluindo a invasão e cerco à escola de Beslan em 2004, no qual mais de 300 pessoas morreram, incluindo 186 crianças. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Perfil: Shamil Basayev10 de julho, 2006 | Notícias Rússia anuncia morte de líder rebelde checheno10 de julho, 2006 | Notícias Líder rebelde é morto na Chechênia 17 de junho, 2006 | Notícias Rússia se diz 'indignada' com entrevista de líder checheno29 de julho, 2005 | Notícias Rebeldes chechenos escolhem chefe de tribunal islâmico como novo líder10 de março, 2005 | Notícias Sem Maskhadov, chechenos prometem manter resistência09 de março, 2005 | Notícias Rússia diz ter matado líder rebelde checheno08 de março, 2005 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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