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Fracassam negociações entre as duas Coréias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As primeiras negociações entre as duas Coréias depois do lançamentos dos mísseis na semana passada foram encerradas sem que se chegasse a um acordo, um dia antes do planejado. Representantes norte-coreanos disseram que a Coréia do Sul iria pagar “um alto preço” pelo término das negociações. A Coréia do Sul disse que não vai prestar mais nenhuma ajuda ao vizinho do norte até que Pyongyang volte à mesa de discussões multilateral sobre o programa nuclear. Seul condenou os testes, mas os norte-coreanos asseguram que foram testes de rotina e pediram mais ajuda. Resposta fria Nesta quinta, os Estados Unidos e o Japão receberam com frieza a proposta da China e da Rússia para uma resolução sobre a Coréia do Norte para o COnselhod e Segurança das Nações Unidas. A proposta russa é bem mais branda do que a inicial, que tinha sido idealizada pelo Japão, e enfatiza uma solução diplomática. Japão, Estados Unidos e França querem que a resolução inclua a imposição de sanções. O Conselho de Segurança da ONU prefere aguardar o término das negociações da China com a Coréia do Norte, mas os Estados Unidos têm poucas esperanças que uma solução possa vir de Pequim. Mas o enviado especial americano, Christopher Hill, disse que está claro que as conversas entre China e Pyongyang fracassaram. “A China mandou uma boa delegação à Coréia do Norte e demonstrou real interesse em trabalhar, mas aparentemente não tem tido resposta”, disse Hill. Muitos analistas acreditam que a China, visto como o país de maior influência sobre a Coréia do Norte, tem mais chances de conseguir convencer Pyongyang a não fazer mais testes com mísseis e voltar às negociações multilaterais. |
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