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Síria proíbe investigados por atentado de viajar | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Síria proibiu nesta quarta-feira a saída do país de seis membros do governo investigados pelo atentado em Beirute que matou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri, em fevereiro. Segundo um porta-voz do governo, os seis começaram a ser interrogados por uma comissão oficial que investiga o assassinato. A proibição significa que os acusados ficarão impedidos de viajar a Beirute para depor a uma equipe das Nações Unidas que também investiga o atentado. A medida deve permanecer em vigência até que a comissão síria termine seus trabalhos de investigação, segundo o porta-voz do governo. Acredita-se que entre os acusados, que não tiveram seus nomes divulgados, estejam Maher Assad, irmão do presidente sírio, Bashar al Assad, e o chefe da inteligência militar síria, Assef Shawkat, cunhado do presidente. Convite A imprensa síria divulgou que o chefe da equipe de investigação da ONU, Detlev Mehlis, foi convidado a viajar a Damasco para discutir com as autoridades sírias a forma de cooperação para o inquérito. Na semana passada, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução exigindo da Síria uma cooperação total com o inquérito. A aprovação da resolução aconteceu após um relatório preliminar ter implicado altos funcionários da Síria na morte de Hariri. A Síria vem negando insistentemente qualquer envolvimento com o atentado. O assassinato de Hariri gerou uma onda de críticas e protestos à Síria, que foi obrigada a retirar suas forças de segurança do Líbano como conseqüência. |
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