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Síria anuncia investigação própria da morte de Rafik Hariri | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois dias antes de o Conselho de Segurança da ONU analisar uma resolução que prevê sanções contra Damasco, a Síria anunciou que vai iniciar sua própria investigação do assassinato do ex-primeiro-ministro do Líbano, Rafik Hariri. Um decreto presidencial prevê a instalação de um comitê judicial especial, incumbido de interrogar civis e militares na Síria. O decreto também afirma que o comitê deve cooperar com as investigações da ONU - que há pouco mais de uma semana divulgou um relatório envolvendo a Síria na morte de Hariri. O porta-voz do Ministério do Exterior da Síria, Bushra Kanafani, afirmou que o comitê irá checar acusações feitas a algumas pessoas mencionadas no relatório da ONU. Sanções Na terça-feira, os Estados Unidos e a França divulgaram um projeto de resolução que ameaça a Síria com sanções econômicas. A ameaça de sanções invoca o artigo 41 da Carta das Nações Unidas, que pode incluir "interrupção completa ou parcial de relações econômicas" e "rompimento de relações diplomáticas". A punição seria aplicada caso o país não coopere com a investigação das ONU sobre o assassinato de Hariri. O relatório da ONU fez com que o Líbano indiciasse, esta semana, dois irmãos por envolvimento no assassinato de Hariri. Ahmad Abdel-Al e seu irmão Mahmoud foram citados como suspeitos por investigadores da ONU. Um deles estaria relacionado a um grupo militante islâmico pró-Síria. A Síria negou qualquer envolvimento no assassinato do ex-primeiro-ministro libanês, em fevereiro deste ano. |
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