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Presos fazem greve de fome em Guantánamo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um grupo de 52 prisioneiros da base americana de Guantánamo, em Cuba, iniciou uma greve de fome, de acordo com militares americanos. Uma nota divulgada pelos militares diz que os prisioneiros recusaram nove refeições em três dias e estão sendo monitorados pela equipe médica da base, que está verificando seus sinais vitais diariamente. Alguns prisioneiros já teriam voltado a se alimentar. "Há indicações de que se trata de um esforço temporário por parte de alguns prisioneiros para protestar contra a detenção contínua", diz a mensagem. "Maus-tratos" Mais de 500 pessoas estão presas atualmente na base de Guantánamo, das quais apenas quatro foram formalmente acusadas até agora. A greve de fome seria para protestar contra a detenção prolongada sem que os prisioneiros tenham sido indiciados e também contra o que eles alegam ser maus-tratos por parte dos militares americanos. Na quarta-feira, um prisioneiro afegão, liberado da base depois de três anos preso, disse que mais de cem prisioneiros estavam em greve de fome há mais de duas semanas. Ele disse que o protesto tinha o objetivo de chamar a atenção para as condições na prisão. A maioria dos prisioneiros está no local desde a invasão do Afeganistão pelas tropas americanas, no fim de 2001. |
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