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EUA impedem vistoria de prisões, dizem fiscais da ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma equipe de inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU) acusou os Estados Unidos de estarem impedindo vistorias a prisões do Iraque, Afeganistão e de Guantánamo. Os quatro inspetores da ONU disseram nesta quinta-feira em Genebra que há mais de um ano não há resposta dos americanos às solicitações para investigar as condições dos prisioneiros. "A falta de uma resposta definitiva, apesar de sucessivos pedidos, sugere que os Estados Unidos não querem cooperar com a área de direitos humanos das Nações Unidas nessa questão", disseram os inspetores. Um porta-voz do Departamento de Defesa disse à BBC que as alegações seriam investigadas. Escândalo O pedido de visita foi feito pelos inspetores da ONU depois do escândalo provocado pelas fotografias feitas na prisão de Abu Ghraib, perto de Bagdá. As fotos indicavam abusos de prisioneiros. Ativistas de direitos humanos vêm manifestando preocupação com o fato de que muitos prisioneiros estão sendo mantidos há mais de três anos em Guantánamo sem acusação formal. Segundo o Pentágono, existem 520 homens presos em Guantánamo, a maioria detidos no Afeganistão. Apenas quatro deles foram formalmente acusados. |
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