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EUA investigam 108 denúncias de abuso em prisões | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Exército dos Estados Unidos está realizando 108 investigações criminais como conseqüência de abusos contra presos no Iraque, no Afeganistão na base americana de Guantánamo, em Cuba. O general Donald Ryder, que está a cargo das operações com detentos do Exército americano, disse que outras 200 investigações desse tipo já foram concluídas. Os militares foram forçados a reavaliar a maneira como vêm tratando os prisioneiros depois do escândalo da tortura na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, no ano passado. O general Ryder disse que o Exército ficou mais rigoroso, como resultado do escândalo. Violência sexual O general não pôde dizer quantos soldados tinham sido de fato processados por abusos contra prisioneiros. O Exército confirmou na quarta-feira que uma das investigações refere-se à acusação de violência sexual contra uma mulher mais velha detida por tropas da coalizão que invadiu o Iraque. Os militares americanos afirmam que mudaram a forma como detêm, guardam e interrogam pessoas nas áreas nas quais operam. O general Ryder disse que estão sendo adotados novos treinamentos e procedimentos. Segundo ele, por exemplo, cachorros não serão mais usados para intimidar suspeitos, e os interrogadores terão poderes limitados para decidir as condições nas quais os presos são mantidos. |
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