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Síria retira mais 2 mil soldados do Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Autoridades militares libanesas disseram que mais 2 mil soldados da Síria deixaram o país nos últimos dias. O número de tropas sírias no país vizinho caiu agora para cerca de 8 mil, o nível mais baixo desde o final da Guerra Civil do Líbano, em 1990. Até o mês passado, a Síria mantinha cerca de 14 mil militares no território libanês, que começaram a ser retirados após uma série de protestos públicos em Beirute. Damasco sofre também pressões internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, para obedecer a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que determina a retirada de todas as suas tropas até maio – quando o Líbano deve ter eleições. Próximos passos Novas retiradas de soldados sírios estão previstas para esta semana. Na próxima semana, uma comissão militar conjunta sírio-libanesa vai se reunir para acertar os detalhes da segunda fase de retirada. Enquanto isso, um alto funcionário do governo do Líbano viajou para Nova York, para encontrar autoridades da ONU e participar de uma reunião do Conselho de Segurança. O Conselho deve criar uma comissão de inquérito com a missão de esclarecer as circunstâncias do atentado que matou o ex-primeiro-ministro libanês Rafik Hariri. A sua morte, que a oposição libanesa diz ter sido tramada pela Síria, deu origem às manifestações nas ruas que aceleraram a decisão do governo sírio de transferir suas tropas e agentes de inteligência de volta para a região do vale de Bekaa, no leste do Líbano, ou para a Síria. |
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