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Governo japonês aprova nova lei antimísseis | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O gabinete de governo do Japão aprovou um projeto de lei que prevê que as forças armadas do país possam derrubar mísseis considerados hostis sem ter que pedir autorização para isso. A proposta deve seguir agora para a votação no Parlamento do país, que atualmente precisa dar autorização para que o contra-ataque seja feito. O chefe de gabinete japonês, Hiroyuki Hosoda, disse que a ordem de derrubar mísseis só poderia ser dada no caso de o Japão estar sob ataque. “Ultimamente, mais países passaram a ter mísseis. Nós precisaríamos lidar com a situação imediatamente caso um míssil fosse lançado contra o Japão”, disse ele. Coréia do Norte O Japão está revendo sua política para a área da defesa e, em dezembro, amenizou as restrições impostas à exportação de armas, de forma a permitir uma maior colaboração com os Estados Unidos em mecanismos antimísseis. Em 1998, a Coréia do Norte lançou um míssil sobre parte do território japonês, o que chocou membros do governo e a população. As autoridades norte-coreanas dizem que têm armas nucleares e decidiram abandonar as negociações multilaterais, que envolvem China, Japão, Coréia do Sul e Estados Unidos, sobre o assunto. Em sua constituição, adotada depois da Segunda Guerra Mundial, o Japão promete nunca mais atacar outras nações, mas analistas acreditam que o pacifismo do país pode estar em risco. |
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