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‘Vamos seguir na guerra ao terrorismo’, diz Japão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Japão afirmou que está determinado a prosseguir na chamada guerra contra o terrorismo, após a confirmação de que um refém japonês foi morto por seus sequestradores no Iraque. O ministro do Exterior do Japão, Nobutaka Machimura, afirmou que o país não vai se render ao terrorismo nem retirar suas tropas do Iraque. Os soldados japoneses estão em solo iraquiano em missão de paz. Machimura confirmou que um corpo decapitado encontrado em Bagdá era o de Shosei Koda, que estava desaparecido. Antes, um grupo islâmico ligado ao líder militante Abu Musab al-Zarqawi havia ameaçado decapitar o refém caso as tropas japonesas não fossem retiradas do Iraque. O envio das tropas foi uma medida bastante polêmica no Japão, que acredita que o fato viola a Constituição do país. Polonesa Enquanto isso, outro grupo armado iraquiano, auto-intitulado Brigadas de Abu Bakr Al-Siddig, divulgou um vídeo com imagens da refém Teresa Borcz Khalifa, uma polonesa casada com um iraquiano. No vídeo, ela aparece fazendo um apelo para que o governo polonês salve sua vida retirando tropas do Iraque. Em Varsóvia, o Ministério das Relações Exteriores reiterou que o governo da Polônia não vai negociar com sequestradores. |
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