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Refém japonês teria sido executado no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Japão divulgou que está investigando informações de que um cidadão do país que havia sido seqüestrado no Iraque foi morto por seus captores. A agência de notícias japonesa Kyodo afirmou que o corpo do refém foi encontrado na cidade de Tikrit, ao norte de Bagdá, mas não deu mais detalhes a respeito. Segundo o Ministério do Exterior japonês, o cadáver está sendo levado ao Catar, onde será procedido o processo de identificação. Os seqüestradores de Shosei Koda, um mochileiro de 24 anos, haviam estipulado um prazo de 48 horas para evitar a execução do prisioneiro. Acredita-se que o prazo tenha expirado na manhã desta sexta-feira. Retirada Os seqüestradores dizem representar um grupo liderado pelo militante jordaniano Abu Musab al-Zarqawi e havia exigido a retirada das tropas japonesas que estão ajudando as forças americanas no Iraque. O Japão possui 550 soldados no país. Eles não estão engajados em missões de combate. O corpo foi encontrado por tropas americanas, segundo Hatsuhisa Takashima, um porta-voz do Ministério do Exterior japonês no Iraque. O governo do primeiro-ministor Junichiro Koizumi realizou uma sessão de emergência nesta sexta-feira após a divulgação de que o corpo de um refém japonês teria sido encontrando no Iraque. Os japoneses haviam conseguido anteriormente libertar cinco cidadãos que haviam sido feito prisioneiros no Iraque. Koda, natural de Nogata, havia saído do Japão para uma viagem de um ano, começando na Nova Zelândia. Ele disse a pessoas que encontrou em seu caminho que queria ir ao Iraque para conhecer o país. Segundo autoridades, ele pegou um ônibus de Amã, na Jordânia, para Bagdá na semana passada. |
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