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Vídeo mostra suposta refém polonesa no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A emissora de TV árabe Al-Jazeera exibiu nesta quinta-feira imagens do que dizia ser uma refém polonesa e os militantes que a teriam seqüestrado, no Iraque. Os militantes estariam exigindo que a Polônia retire suas tropas do Iraque e que todas as mulheres presas por forças dos Estados Unidos no país sejam soltas. O grupo de supostos seqüestradores, que se autointitulam As Brigadas Fundamentalistas Abu Bark al-Siddiq, disse que a mulher mostrada nas imagens trabalha com as tropas americanas no Iraque. Segundo o ministro do Interior iraquiano, a mulher mostrada no vídeo é uma residente de longa data no Iraque que possui cidadania iraquiana, mas o nome dela não foi divulgado. Sem concessões O ministro da Defesa polonês, Jerzy Szmajdzinski, disse em entrevista à rede de TV polonesa TV N24 que não poderia confirmar o seqüestro, mas acrescentou que não houve soldados poloneses seqüestrados. Caso o seqüestro seja confirmado, o ministro disse que as autoridades polonesas não farão concessões aos seqüestradores. Acredita-se que a mulher tenha sido seqüestrada em sua casa, na quarta-feira. As imagens exibidas na Al-Jazeera mostram uma mulher de cabelos grisalhos sentada na frente de dois homens armados e mascarados, um deles com uma arma apontada para a cabeça dela. Na gravação não é possível ouvir nem a voz da mulher nem a dos supostos seqüestradores. A Polônia conta com 2,4 mil soldados no Iraque e forças polonesas no país respondem por 6 mil militares, não apenas poloneses, mas também de outros 14 países. |
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