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Polônia vai considerar retirada de tropas do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Polônia, que tem o comando geral de um dos três setores militares no Iraque, está considerando retirar as suas tropas do país, depois que outras três nações anunciaram que não vão manter seus soldados no país. O primeiro-ministro polonês, Leszek Miller, disse que o país não poderia ignorar a retirada dos soldados de Espanha, Honduras e da República Dominicana de setores no sul do Iraque. Ele disse, no entanto, que a permanência ou não dos soldados poloneses será um assunto para o seu sucessor, Marek Belka, que assume o posto no próximo mês. Um porta-voz do governo disse, no entanto, que não vão acontecer mudanças significativas antes e uma consulta com Washington. República Dominicana A República Dominicana havia informado na terça-feira que vai retirar os seus cerca de 300 soldados que estão servindo no Iraque. O anúncio foi feito pelo secretário de Defesa, José Miguel Soto Jimenez, que disse que a saída das tropas dominicanas deve começar "nas próximas duas semanas", segundo a agência de notícias Associated Press. Os dominicanos estavam servindo no Iraque junto com as forças de Honduras, sob o comando da Espanha. Mas a Espanha havia anunciado no domingo que estava retirando suas tropas no Iraque e, nesta segunda-feira, foi a vez de Honduras fazer o mesmo. Powell O anúncio das autoridades dominicanas foi feito apenas dois dias depois de o presidente do país, Hipólito Mejía, ter dito que os soldados iriam permanecer no país conforme o previsto, até agosto. Ainda segundo a Associated Press, o secretário de Defesa dominicano disse que Mejía tomou a decisão de ordenar o retorno das tropas devido à temores quanto à segurança dos soldados. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, disse na terça-feira que conversou com líderes de grande parte dos países que fazem parte da coalizão militar que está no Iraque, e que alguns se comprometeram a permanecer no país junto com os americanos. Segundo ele, a coalizão continua dando "sólido apoio" aos esforços dos soldados americano no país. |
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