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Presidente sul-coreano pede mais paciência com Coréia do Norte | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Coréia do Sul, Roh Moo-Hyun, alertou para os perigos de confrontar a Coréia do Norte em relação ao seu programa de armas nucleares. Moo-Hyun, que inicia nessa sexta-feira uma visita oficial ao Japão, defende uma aproximação mais conciliatória de países como a Coréia do Sul, o Japão e os Estados Unidos com a Coréia do Norte. Antes de se reunir com o presidente do Japão, Junichiro Koizumi, ele comentou que medidas mais duras contra o governo de Kim Jong Il teriam "sérias consequências". Para o presidente sul-coreano, mais concessões são necessárias para persuadir a Coréia do Norte a abandonar seu programa de armas nucleares. Guerra O Japão também enfrenta um impasse político com a Coréia do Norte por causa de cidadãos japoneses que foram seqüestrados pelo o regime comunista durante a década de 70. Com isso, aumenta a pressão sobre Koizumi em seu país para impor sanções à Coréia do Norte. Mas Pyongyang diz que iria considerar as possíveis sanções como um ato de guerra. Charles Scanlon, correspondente da BBC em Seul, diz que a Coréia do Sul e a China estão preocupadas com o perigo dessa pressão sobre o governo de Kim Jong Il. Scanlon ainda destaca que, embora o presidente americano George W. Bush defenda negociações multilaterais, alguns políticos mais linha-dura em Washington estariam "perdendo a paciência com a diplomacia em relação à Coréia do Norte". |
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