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Família é resgatada quatro dias após tremor no Japão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma mulher japonesa e seus dois filhos foram resgatados nesta quarta-feira após sobreviver por quatro dias debaixo dos escombros de um deslizamento de terra causado pelo forte terremoto que atingiu o Japão no sábado. Emissoras de televisão locais exibiram imagens do resgate dos três, que estavam soterrados por pedras e lama desde que o carro em que viajavam foi coberto pelos escombros do tremor. A família foi resgatada na cidade de Niigata por bombeiros enviados de Tóquio para ajudar os sobreviventes do terremoto. As equipes de resgate ouviram a voz da mãe responder aos chamados das buscas. Mayu Minagawa, de 3 anos de idade, e Yuta Minagawa, de 2 anos, foram os primeiros a sair dos escombros. Em seguida, a mãe deles, Takako Minagawa, foi socorrida pelas equipes de resgate. A família já era alvo de intensos trabalhos de busca desde que o carro em que viajavam foi descoberto debaixo de escombros na terça-feira. O marido de Takako havia aparecido na televisão para apelar por ajudar na tentativa de localizar a mulher e os filhos. Novo tremor O resgate à família Minagawa em Niigata coincidiu com um novo tremor no norte do Japão. O abalo desta quarta-feira ainda é reflexo do terremoto de sábado, que deixou pelo menos 31 mortos. Até agora, não há relatos de vítimas no novo terremoto, mas um grande edifício teria desabado na cidade de Ojiya. O epicentro do tremor, que chegou a 6.0 de magnitude na escala Richter, foi registrado em Hirokami, na mesma região de Niigata que também foi atingida pelo terremoto de sábado. O novo tremor também chegou a ser sentido em Tóquio, onde prédio mais altos foram sacudidos pelo abalo sísmico. Desde o fim de semana, milhares de pessoas passaram a dormir em abrigos de emergência ou mesmo ao ar livre com medo de novos tremores. "Os tremores secundários continuam. Nós não sabemos ainda a situação dos prejuízos", disse Kazumasa Sakurai, funcionário da prefeitura de Hirokami, à agência de notícias Associated Press. |
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