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Bush indica 'amigo de longa data' para a Secretaria de Justiça | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, escolheu o assessor jurídico da Casa Branca, Alberto Gonzales, para ser o novo secretário de Justiça. Gonzales, de 49 anos, vai substituir John Ashcroft, que renunciou ao cargo na terça-feira. O novo secretário é um aliado próximo de Bush desde o Texas e é um dos mais destacados hispânicos no governo. A indicação é vista como parte das mudanças na equipe de Bush para o segundo mandato. Ela depende de confirmação pelo Senado. Direitos humanos Gonzales, que cresceu em uma família americana pobre de origem mexicana e estudou em Harvard, é um "amigo de Bush de longa data", segundo o correspondente da BBC em Washington, Justin Webb. O correspondente diz que Gonzales foi uma figura central no debate dentro do governo sobre técnicas de interrogação de pessoas presas na chamada guerra ao terrorismo.
Ele foi criticado por grupos de direitos humanos depois que escreveu um memorando ao presidente americano no qual descreveu a Convenção de Genebra como "esquisita". O memorando ficou conhecido publicamente depois do escândalo do abuso de prisioneiros na prisão de Abu Ghraib, no Iraque. Gonzales reafirmou suas visões, mas ele também deixou claro que não aprova tortura. Sua indicação sugere que, como era esperado, os postos mais importantes do governo Bush no segundo mandato serão daqueles auxiliares mais leais e mais próximos do presidente americano e de sua maneira de pensar, de acordo com Webb. |
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