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Simpatizantes de Sadr ainda controlam santuário | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Simpatizantes do clérigo Moqtada Al Sadr ainda controlam as imediações do santuário do imã Ali, na cidade iraquiana de Najaf, após 16 dias de combates contra as forças lideradas pelos Estados Unidos. A polícia iraquiana disse, na sexta-feira, que tinha entrado no santuário sem encontrar resistência. Mas o correspondente da BBC Alastair Leithead está dentro do santuário, e diz que cerca de mil simpatizantes desarmados de Sadr se encontram no recinto. Outros simpatizantes, munidos de armamentos pesados, guardam posições nas imediações do santuário. Os cercando, estão tanques e outros veículos de combate americanos. Escudo humano A noite de sexta-feira foi relativamente calma, com o siêncio sendo interrompido apenas ocasionalmente pelo som dos jatos americanos. Um porta-voz de Sadr, Ahmad al-Sheibani, disse que os guerrilheiros “resistiriam qualquer tentativa por parte da polícia de controlar o santuário”. Sadr disse que passaria o controle do santuário, o local mais sagrado do mundo para muçulmanos xiitas, apenas para um outro clérigo que ocupasse uma posição hierárquica maior. Negociações estão sendo feitas com representantes do maior clérigo xiita iraquiano, o aiatolá Ali Sistani, que se recupera de uma cirurgia na Grã-Bretanha. Homens leais ao clérigo ainda guardariam a mesquita, disse Sheibani. O correspondente da BBC disse que o santuário não parece muito atingido pelos combates. Ele disse ter sido recepcionado na mesquita por pessoas bem-educadas, como engenheiros e médicos, que dizem estarem dispostas a se posicionarem como escudos humanos para proteger o local. Não se sabe do paradeiro de Sadr. |
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