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Cubanos devem evitar travessia para os EUA, diz diplomata | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos alertaram os cubanos a não tentar fazer a travessia da ilha até o território americano devido aos perigos envolvidos na empreitada. O mais graduado diplomata americano em Cuba, James Cason, disse que seu governo está emitindo vistos para os cidadãos da ilha em um ritmo recorde, e, por isso, ninguém deveria arriscar sua vida tentando chegar ao território americano em embarcações. Estima-se que cerca de 2 mil cubanos tentem fazer a travessia de 130 km para os Estados Unidos de barco todos os anos, especialmente nos meses de verão no Hemisfério Norte, quando o mar está mais calmo. Os barcos usados são feitos muitas vezes de forma precária, com pranchas de madeira ou até carros convertidos, e com freqüência pessoas morrem na tentativa. Invasão Aqueles que a guarda costeira americana apreende são mandados de volta para Cuba. A repatriação é prevista em um acordo firmado há uma década entre os dois países para evitar um fluxo de imigração em massa. Cason também refutou acusações que vem sendo feitas nas últimas semanas por altos funcionários do governo cubano com respeito ao tema. Os cubanos acusam os americanos de tentar provocar uma nova crise de imigração para depois usar como pretexto para uma invasão militar da ilha. Caso afirmou que isso não passa de uma mentira e que o governo cubano está enganando seu povo de forma irresponsável a respeito das políticas americanas. |
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