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Comissão de 11/9 descarta elo entre Iraque e Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A comissão americana que investiga os ataques de 11 de setembro de 2001 em Nova York e em Washington concluiu que não há "evidências plausíveis" de que o antigo regime do ex-líder iraquiano Saddam Hussein ajudou a rede Al-Qaeda a organizar os atentados. A declaração foi feita em meio aos preparativos da comissão bipartidária para sua sessão pública final de dois dias. As audiências deverão focar em como os ataques foram planejados e qual foi a resposta imediata do governo federal. O relatório final da comissão será publicado em 28 de julho. Depoimentos Em abril, os membros da comissão interrogaram o presidente americano, George W. Bush, e o vice-presidente, Dick Cheney. Na quinta-feira, devem depor oficiais militares do alto escalão e funcionários da aviação civil. Entre eles, está o chefe do gabinete militar dos Estados Unidos, general Richard Myers, que irá comparecer na comissão pela segunda vez. "Na audiência final vamos tentar fechar o círculo", disse o chefe da comissão, Thomas Kean. "Vamos voltar ao dia 11 de setembro de 2001 para examinar como o governo federal soube e respondeu aos ataques." O subchefe Lee Hamilton afirmou que "perguntas importantes" ainda precisam ser respondidas. É preciso saber, por exemplo, "se o governo federal está preparado para responder a futuros ataques", declarou Hamilton. Uma das descobertas feitas pela comissão foi a de que os terroristas podem ter planejado os atentados meses antes de setembro, mas que foram adiados porque um deles não pôde participar. |
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