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TV mostra fotos de soldados mortos no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um programa de televisão nos Estados Unidos causou polêmica ao mostrar fotografias de mais de 700 soldados americanos mortos no Iraque. O produtor do programa Nightline, que foi ao ar pela rede ABC, disse que o objetivo é "lembrar aos telespectadores que os mortos não são apenas uma estatística, mas tinham nomes e rostos". O programa foi acusado por conservadores como sendo contrário à guerra. O apresentador do programa, o veterano jornalista Ted Koppel disse que “ler os 721 nomes não tinha nem a intenção de provocar oposição ou de apoiar a guerra”. Desserviço Ele foi ao ar na véspera do aniversário de um ano da data em que o presidente George W. Bush declarou a guerra do Iraque oficialmente encerrada. O programa foi aparentemente inspirado por uma edição de 1969 da revista Life, que trazia os nomes e as fotografias de todos os soldados americanos mortos naquela semana na guerra do Vietnã. Os críticos de Koppel, no entanto, o acusam de encorajar uma posição contrária à guerra no Iraque. Uma companhia de mídia com ligações com a Casa Branca, a Sinclair Broadcast Group, proibiu que suas empresas afiliadas da ABC transmitissem o programa. A Sinclair classificou o programa como “um discurso político que não mostra os dois lados da história”. O senador John McCain, um Republicano do Arizona e veterano do Vietnã, criticou a Sinclair. Ele considerou a decisão da empresa “um desserviço grosseiro para com o público e as forças armadas", e classificou-o de “anti-patriótico”. |
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