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Atualizado às: 30 de abril, 2004 - 17h14 GMT (14h14 Brasília)
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Forças iraquianas assumem controle de Falluja
Iraquianos celebram a retirada americana de Falluja
Moradores da cidade, bastião contra presença dos EUA, comemoraram
Forças de segurança iraquianas entraram nesta sexta-feira em Falluja, à medida que tropas dos Estados Unidos deixavam a cidade.

Redes de TV árabes exibiram colunas de soldados iraquianos, alguns carregando a antiga bandeira do país, tomando posições na parte sudeste da cidade.

Cerca de mil integrantes do antigo Exército do país estão substituindo os americanos, que por três semanas tentaram mas não conseguiram eliminar a resistência armada à ocupação em Falluja.

A tropa iraquiana será liderada por um general que comandava a Guarda Republicana durante o regime de Saddam Hussein.

O Exército americano espera que as forças iraquianas consigam lidar melhor com os moradores e os rebeldes de Falluja, assim controlando a violência na cidade.

No comando

Autoridades militares dos Estados Unidos dizem que as tropas iraquianas ainda vão responder ao seu comando.

Num comunicado, os fuzileiros navais americanos disseram que manterão presença na cidade até os iraquianos mostrarem ser capazes de controlar a situação.

Na quinta-feira, o coronel Brennan Byrne anunciou que chegou a um acordo com um grupo de ex-oficiais iraquianos.

Um oficial iraquiano que negociou a proposta, Ala Meki, disse à BBC que a nova força – a ser chamada de Exército de Proteção de Falluja (EPF) – será aceita pela população da cidade.

“O plano é que toda Falluja fique sob controle do EPF”, disse Byrne.

Entretanto, o correspondente da BBC em Bagdá Dominic Hughes disse que não se sabe quanta influência essa força teria sobre os rebeldes que estão combatendo soldados americanos em Falluja.

Falluja, uma cidade a cerca de 50 km a oeste de Bagdá onde a maioria dos cerca de 300 mil habitantes são muçulmanos sunitas, tem sido um foco de resistência contra os americanos.

Médicos na cidade disseram que 600 pessoas já foram mortas na cidade e milhares fugiram desde o cerco americano começou, no início deste mês.


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