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Dois membros do Hamas são mortos na Cisjordânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados israelenses mataram a tiros nesta terça-feira dois membros do grupo palestino Hamas durante uma incursão no campo de refugiados em Tulkarem, na Cisjordânia. Um terceiro palestino ficou ferido quando os soldados entraram no campo em jipes e veículos blindados e começaram a realizar buscas nas casas. Na Faixa de Gaza, três palestinos foram mortos em uma explosão, de madrugada, perto do campo de refugiados de Mughazi. A causa da explosão é desconhecida, mas há relatos de que um foguete que estava sendo preparado para um ataque explodiu prematuramente. Protesto Em meio aos novos episódios de violência no Oriente Médio, Israel apresentou um protesto formal às Nações Unidas (ONU) por causa de comentários de seu enviado especial ao Iraque, Lakhdar Brahimi. Na semana passada, Brahimi descreveu a política israelense para os palestinos como um "grande veneno" no Oriente Médio. Em uma carta ao secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, o embaixador de Israel, Dan Gillerman, disse que os comentários eram "altamente impróprios" e que a linguagem usada por Brahimi "desperta preocupação sobre a própria imparcialidade e objetividade da ONU". A ONU se distanciou dos comentários de Brahimi e disse que se tratava de uma visão pessoal dele. Brahimi, ex-ministro de Relações Exteriores da Argélia, disse na quarta-feira passada que seu trabalho no Iraque estava sendo dificultado pela "política de segurança repressora e violenta" de Israel e sua "determinação de ocupar mais e mais território palestino". O funcionário da ONU disse a uma rádio francesa que a percepção das pessoas na região com a política israelense é de "injustiça" combinada ao "apoio impensado" dos Estados Unidos. |
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