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Ofensiva no Iraque custa US$ 4,7 bi por mês aos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O subsecretário de Defesa dos Estados Unidos, Paul Wolfowitz, disse nesta quarta-feira que a ofensiva militar no Iraque está custando ao país cerca de US$ 4,7 bilhões por mês. Wolfowitz fez a revelação em seu segundo dia de depoimentos a uma comissão da Câmara dos Representantes americana. O subsecretário disse que, até o momento, não há planos de pedir verbas adicionais antes de janeiro de 2005 para manter os militares americanos no Iraque – mas o porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, disse que essa possibilidade não está descartada. “Essas decisões são melhores se tomadas pelos comandantes em campo (...) eu acho que isso dependente totalmente da situação”, disse. Falta de dinheiro em agosto A possibilidade de que sejam pedidas novas verbas ainda neste ano foi reforçada depois de as autoridades americanas terem decidido estender a permanência de cerca de 20 mil soldados servindo no país. O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas americanas, Richard Myers, disse em depoimento à mesma comissão nesta quarta-feira que a extensão do serviço para os 20 mil soldados por um período de três meses vai custar cerca de US$ 700 milhões. Ele também disse que os gastos atuais projetam que, já por volta do mês de agosto, vão faltar cerca de US$ 4 bilhões para manter as operações militares no Iraque. Myers disse que a possibilidade de que novos soldados sejam convocados nos Estados Unidos para atuar no Iraque vai depender na situação do país, especialmente na região de Falluja. |
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