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EUA perdem controle de duas cidades no sul do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O comandante das forças americanas no Iraque, general Ricardo Sanchez, reconheceu nesta quinta-feira que as tropas lideradas pelos Estados Unidos não têm mais o controle total sobre duas cidades no sul do Iraque, após quase uma semana de combates com milícias xiitas. Sanchez afirmou que os rebeldes têm o controle parcial da cidade de Najaf e controlam totalmente a cidade de Kut, depois de forçar a retirada de tropas ucranianas da região. De acordo com o comandante dos Estados Unidos, as tropas americanas estão pressionando as mílicias que controlam Najaf e preparam um ataque para retomar o controle de Kut. Durante coletiva em Bagdá, Sanchez disse que as tropas americanas isolaram a cidade de Falluja, mas negociam o envio de suprimentos básicos para as pessoas na região. Funcionários de hospitais locais afirmam que pelo menos cem iraquianos foram mortos em Falluja desde segunda-feira, quando as forças americanas iniciaram uma ofensiva contra os rebeldes sunitas que atuam na cidade. As operações militares dos Estados Unidos na região são uma resposta direta às mortes de quatro civis americanos em Falluja na semana passada. Seqüestros Em meio aos combates entre milícias iraquianas e tropas americanas, emissoras de televisão da Coréia do Sul afirmaram nesta quinta-feira que os sete missionários sul-coreanos que eram mantidos reféns no Iraque foram libertados. Os sul-coreanos haviam sido seqüestrados por um grupo armado quando viajavam da Jordânia para a capital iraquiana, Bagdá.
Em um incidente semelhante, também nesta quinta-feira, três civis japoneses foram seqüestrados por rebeldes iraquianos. Os seqüestradores ameaçaram matar os reféns se o Japão não retirar as suas tropas do Iraque dentro de três dias. Autoridades japonesas afirmam que o governo não tem planos de atender às exigências dos rebeldes e ordenar a retirada de suas forças do Iraque. Imagens exibidas pela emissora árabe de televisão por satélite Al-Jazeera mostraram os reféns nas mãos dos seqüestradores, que se autodenominaram membros das brigadas Mujahadeen. Um porta-voz do governo japonês em Tóquio condenou o que chamou de "um imperdoável ato de violência contra civis inocentes" e pediu a libertação imediata e incondicional dos reféns. Japão e Coréia do Sul mantêm centenas de tropas no Iraque para desempenhar um papel que não inclui missões de combate. |
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