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Líder xiita condena ação dos EUA contra rebeldes do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A mais alta autoridade religiosa xiita no Iraque, o aiatolá Ali Al-Sistani, condenou a forma como as forças americanas estão lidando com a resistência em seu país e apelou por calma a ambas as partes. Os comentários de Al-Sistani foram feitos depois que um comandante militar americano no Iraque jurou esmagar os militantes muçulmanos xiitas leais ao clérigo radical Moqtada Sadr. O general de brigada Mark Kimmitt disse que a milícia xiita (conhecida como Exército Mehdi) seria atacada e destruída e pediu a Sadr que se entregue. Nos mais recentes combates, soldados poloneses entraram em choque com integrantes da milícia em Kerbala, matando um assistente do clérigo. Anteriormente, os combates na cidade deixaram um saldo de seis mortos, inclusive cinco iranianos. Em outra região, tropas da Ucrânia se retiraram da cidade de Kut, no sul do país, depois de pesados combates com partidários de Moqtada Sadr. Mais de cem iraquianos e pelo menos 30 soldados da coalizão morreram em vários dias de combates. Bombardeio Um helicóptero dos Estados Unidos bombardeou uma mesquita na cidade de Falluja, no Iraque, matando pelo menos 40 pessoas, segundo informações de um oficial americano. Testemunhas afirmaram que viram carros carregando corpos saindo do prédio e que o número de vítimas fatais seria muito maior, mas, segundo a agência de notícias Associated Press, essas informações não foram confirmadas oficialmente. Segundo o Pentágono, pelo menos cinco fuzileiros americanos ficaram feridos. Um fuzileiro naval americana disse que as pessoas mortas dentro da mesquita seriam rebeldes iraquianos. Os Estados Unidos alegam que as mesquitas estão sendo usadas pelos insurgentes para esconder armas e atirar nos soldados das forças de coalizão. |
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