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Chile expulsa 12 libaneses suspeitos de extremismo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades chilenas deram duas semanas para um grupo de 12 cidadãos do Líbano deixar o país, segundo o advogado do grupo. Ricardo de la Barra disse que vai apelar da decisão na Suprema Corte do Chile. O governo alega que os libaneses têm contatos com grupos extremistas islâmicos. A maioria deles é comerciante e vive da importação de roupas de segunda mão na cidade de Iquique, no norte do Chile, 1,5 mil quilômetros a norte de Santiago. Contatos As autoridades chilenas teriam chegado à conclusão, segundo la Barra, de que a presença dos libaneses "não é conveniente nem útil" para o Chile. Os libaneses teriam tido contatos, segundo o governo chileno, com árabes na região da fronteira com o Brasil, o Paraguai e a Argentina. Eles foram investigados em março por alegações de financiamento de grupos ligados à rede Al-Qaeda. No entanto, a polícia não conseguiu encontrar nenhuma prova concreta de envolvimento de nenhum morador da cidade portuária com a rede. |
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