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Espanha pede prisão de suspeitos por atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz espanhol encarregado do inquérito sobre os atentados de 11 de março em Madri emitiu nesta terça-feira cinco mandados de prisão internacionais de suspeitos de envolvimento nos crimes. Um dos suspeitos cuja prisão está sendo solicitada pelo juiz é Abdelkrim Mejjat, que a Polícia acredita ser um principal responsável pelo planejamento dos ataques. Mejiat também é suspeito de envolvimento nos atentados realizados em maio passado na cidade de Casablanca, no Marrocos, em que 12 ativistas suicidas e 33 outras pessoas morreram. O FBI (Polícia Federal americana) estaria também buscando o suspeito para interrogá-lo a respeito de ameaças que ele fez aos Estados Unidos. Grupo suspeito Ainda nesta terça-feira, a Espanha revelou o nome de um grupo militante islâmico do Marrocos que seria o principal suspeito de ter organizado a série de atentados em Madri no dia 11 de março. A organização, chamada Grupo Combatente Islâmico Marroquino, já era mencionada em relatos da imprensa espanhola, mas esta é a primeira vez que o governo do país o cita publicamente. A polícia espanhola anunciou nesta terça-feira a prisão de mais dois suspeitos, um espanhol e outro de origem árabe. Com isso, o total de detidos por envolvimento com os ataques, que mataram cerca de 200 pessoas que viajavam de trem, é de 20. |
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