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Espanha acusa formalmente mais dois suspeitos por atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Mais dois suspeitos de envolvimento nos atentados do dia 11 de março na capital espanhola, Madri, que mataram 191 pessoas, foram acusados formalmente. Um cidadão sírio foi acusado de ligações com o ataque e de pertencer a uma organização extremista. Um marroquino foi acusado de colaborar com uma organização do mesmo tipo. O juiz Juan del Olmo, da Suprema Corte espanhola, decidiu pela libertação de três outros detidos. Até agora, 15 pessoas estão presas em conexão com os ataques de 11 de março. Dez bombas explodiram em quatro trens, em três estações, na hora de maior movimento. Um funcionário do tribunal disse à agência de notícias Reuters que o suspeito sírio foi identificado por uma pessoa que ficou ferida no ataque e outra, que escapou ilesa. O suspeito admitiu conhecer todos os outros acusados, acrescentou o funcionário. As acusações formais foram emitidas depois que foi noticiado em um jornal espanhol que a polícia já tinha tido contato com suspeitos de praticarem os atentados. Segundo o jornal espanhol El País, dias antes dos ataques, a polícia teria parado e multado vários suspeitos dos ataques em Madri que dirigiam um carro cheio de explosivos. O jornal diz que alguns suspeitos de envolvimento nos ataques estavam no carro que recebeu uma multa por violação de alguma lei de trânsito não especificada. |
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