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Espanha diz que grupo marroquino é suspeito por Madri | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Espanha revelou o nome de um grupo militante islâmico do Marrocos que seria o principal suspeito de ter organizado a série de atentados em Madri no dia 11 de março. O ministro do Interior espanhol, Angel Acebes, disse que as autoridades vão investigar as ligações entre os suspeitos presos e uma organização chamada Grupo Combatente Islâmico Marroquino. Esse grupo já era mencionado em relatos da imprensa espanhola, mas esta é a primeira vez que o governo do país o cita publicamente. A polícia espanhola anunciou nesta terça-feira a prisão de mais dois suspeitos, um espanhol e outro de origem árabe. Com isso, o total de detidos por envolvimento com os ataques, que mataram cerca de 200 pessoas que viajavam de trem, é de 20. Marroquinos Pelo menos dez deles têm nacionalidade marroquina ou é espanhol de origem do país vizinho do norte da África. O Grupo Combatente Islâmico Marroquino é um dos principais grupos extremistas do país. Ele seria uma facção da organização Salafia Jihadia, principal suspeita pelas cinco explosões simultâneas que abalaram alvos judaicos em Casablanca, em maio de 2003, matando 45 pessoas. |
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