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Homenagem em Madri reúne líderes mundiais
Estação de Atocha, Madri
Mais de 200 pessoas morreram nos atentados em Madri
Chefes de Estado e de governo participam de uma cerimônia na capital espanhola, Madri, nesta quarta-feira, para lembrar as 190 pessoas mortas nos atentados a bomba em trens na cidade no dia 11 de março.

O rei Juan Carlos e outros integrantes da família real espanhola estarão à frente da cerimônia, na Catedral Almudena, que contará com a presença do chanceler alemão, Gerhard Schröder, e do presidente da França, Jacques Chirac.

A Grã-Bretanha será representada pelo herdeiro da Coroa Britânica, o príncipe Charles, e pelo primeiro-ministro, Tony Blair. O secretário de Estado americano, Colin Powell, representará o governo dos Estados Unidos.

Esse é o primeiro funeral com honras de Estado a pessoas que não pertencem à família real na história da nova democracia espanhola, restaurada depois da morte do ditador Francisco Franco, em 1975.

O correspondente da BBC em Madri, Mike Wooldridge, disse que muitas pessoas deverão ficar do lado de fora da catedral, que estará lotada com um grande número de parentes de vítimas e de dignatários convidados.

Foram colocados telões do lado de fora do prédio e em uma das maiores praças de Madri, Puerta de Sol, para transmitir a cerimônia ao vivo.

Líbia

Notícias não confirmadas dão conta de que Tony Blair deverá se encontrar com o líder líbio, o coronel Muammar Gaddafi, ainda nesta semana.

O editor de política da BBC, Andrew Marr, disse que a informação não foi confirmada pelo gabinete de Blair.

Blair jantou com o primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, na terça-feira, e deverá se encontrar ainda com o sucessor de Aznar, José Luis Rodriguez Zapatero.

Zapatero, que está empenhado em formar sua nova coalizão de governo, disse que deseja retirar os soldados espanhóis do Iraque.

Depois de sua surpreendente vitória, há dez dias, Zapatero fez duras críticas à política da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, dezendo que a guerra e a ocupação do Iraque são desastrosas.

O primeiro-ministro eleito da Espanha prometeu tirar os mais de mil soldados do país de território iraquiano se as Nações Unidas não receberem um mandato mais importante antes da transferência formal de poder para os iraquianos, no dia 1º de julho.

Blair vai tentar convencer Zapatero de que sua preocupação com o Iraque pode ser levada em conta e que a Espanha pode continuar parte da coalizão para ajudar a trazer segurança no longo-prazo ao país.

No final desta semana, uma reunião de cúpula de líderes da União Européia deverá ser dominada pela discussão do combate ao extremismo e pela situação do Iraque.

Ministros das Relações Exteriores da União Européia se reuniram na segunda-feira para discutir medidas para combater o terrorismo internacional depois dos atentados em Madri.

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