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Novos ataques no Iraque deixam seis mortos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Novos ataques contra tropas americanas e civis iraquianos que trabalham com a coalizão liderada pelos Estados Unidos deixaram pelo menos seis mortos no Iraque nesta quinta-feira. Três soldados americanos foram mortos em dois diferentes ataques com morteiros, um perto da fronteira com a Síria e outro em uma base logística 70 km ao norte de Bagdá. Nove militares ficaram feridos. Na cidade de Baquba, também ao norte de Bagdá, três pessoas foram mortas pelos disparos de um grupo de homens armados que abriu jogo contra um ônibus que transportava jornalistas que trabalham na emissora de televisão Diyala, patrocinada pelos Estados Unidos. Momentos depois, um carro foi atingido por uma bomba na cidade de Basra, aparentemente sem deixar vítimas. Hotel Os novos ataques aconteceram horas depois da forte explosão que destruiu um hotel em Bagdá. O Exército americano reviu o número de vítimas e afirmou que em vez de 27, foram 17 os mortos. De acordo com os militares americanos, outras 45 pessoas ficaram feridas quando o Hotel Monte Líbano foi atingido pelo que teria sido um carro-bomba. Um porta-voz do Ministério do Interior do Iraque desmentiu a estimativa de mortos dos Estados Unidos e disse que apenas cinco pessoas morreram no ataque. Os americanos afirmam que o ataque no hotel de Bagdá foi planejado para atingir civis. "Não havia forças da coalizão operando na área no momento, de forma que não foi a coalizão o alvo", disse um porta-voz militar americano. Relatos indicam que algumas das vítimas eram estrangeiros – incluindo vários egípcios que teriam morrido e dois britânicos, que teriam ficado feridos. O vice-ministro do Interior do Iraque, Ahmed Kadhim, disse acreditar que a explosão foi provocada por um projétil lançado contra o Monte Líbano, mas um militar americano disse que a hipótese não tem fundamento. "Tem que ter sido um carro-bomba – nenhum projétil poderia ter causado tamanha destruição", disse Heath Balick, da 1ª Divisão Blindada do Exército americano. Cheney Nos Estados Unidos, o vice-presidente, Dick Cheney, disse que os Estados Unidos "ainda têm trabalho para fazer no Iraque". "Nossas forças estão realizado trabalhos de busca de terroristas e seguidores do antigo regime que ainda permanecem (no Iraque). O objetivo deles é impedir o surgimento da democracia, mas eles vão fracassar." Antes, o Conselho de Governo Interino do Iraque anunciou que vai convidar uma equipe das Nações Unidas para voltar ao país e ajudar a preparar futuras eleições. Um dos membros do Conselho, Ahmed Chalabi, disse que a ONU daria legitimidade ao processo político no país. |
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