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EUA pretendem ampliar controle de fronteiras no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O chefe da administração civil americana no Iraque, Paul Bremer, anunciou novas medidas para aprimorar a segurança das fronteiras do país. O número de postos de fronteira com o Irã vai ser reduzido e haverá ampliação do número de guardas de fronteira. A coalizão liderada pelos Estados Unidos acredita que extremistas estrangeiros entrando no Iraque têm sido os responsáveis pelos recentes ataques a bomba. O Iraque tem mais de 3,5 mil quilômetros de fronteiras, o que têm sido uma constante preocupação para as forças de coalizão. Novos ataques Segundo Bremer, a fronteira entre o Irã e o Iraque terá apenas três locais de entrada e saída no futuro. Um novo sistema de identificaçãoserá introduzido nos postos de fronteira e os atuais 8 mil guardas de fronteira devem ter o seu número duplicado. No último ataque às forças de coalizão dois soldados americanos foram mortos e cinco ficaram feridos na explosão de uma bomba em uma rua de Tikrit. Os soldados atacados eram da Primeira Divisão de Infantaria dos Estados Unidos e haviam chegado ao Iraque recentemente, como parte do grande revezamento de tropas promovido pelos americanos no momento. Em outro ataque, uma pessoa foi morta na explosão de uma bomba em uma loja em Bagdá, na tarde deste sábado. Há rumores de que o morto era cunhado de um dos membros do Conselho de Governo do Iraque. |
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