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Consórcio anglo-americano ganha contratos no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos firmou contratos de reconstrução do Iraque avaliados em US$ 130 milhões (cerca de R$ 390 milhões) com um consórcio de empresas americanas e britânicas. Os contratos envolvem seis setores – incluindo petróleo e eletricidade – e fazem parte de um programa de reconstrução de US$ 5 bilhões. Os fundos sairão dos US$ 18,6 bilhões previstos no Orçamento americano para o Iraque. O ministro do Comércio da Grã-Bretanha, Michael O'Brien, disse que as concessões reconhecem a expertise britânica em reconstrução. "Nós sempre dissemos que as empresas britânicas têm as habilidades e capacidades necessárias para fazer uma contribuição significativa para a reconstrução do Iraque. Essa concessão confirma isso", afirmou. Exclusão As empresas, cinco americanas e as duas britânicas, trabalharão para a Autoridade Provisória da Coalizão no Iraque. Os Estados Unidos excluíram companhias de países que não apoiaram a guerra contra o Iraque do processo de licitação para a reconstrução do Iraque. No entanto, o correspondente da BBC em Washington Justin Webb informa que as regras podem mudar na próxima rodada de concessões. Um porta-voz do Pentágono disse que mais países poderão participar da próxima concorrência. De acordo com o correspondente da BBC, a concessão de grandes projetos, como a modernização das forças de segurança iraquianas, foi adiada por causa de reclamações sobre a imparcialidade do processo de licitação. Mais dez contratos deverão ser concedidos nas próximas semanas, em setores como obras públicas, água, transportes, comunicação, segurança, educação, saúde e eletricidade. |
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