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Chávez pede 'paz' à oposição na Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse em seu programa semanal de rádio que a oposição no país "não vai conseguir nada fazendo guerra" e pediu que ela se atenha a meios pacíficos para lutar contra seu governo. "Eu peço e eles (à oposição) que continuem no caminho constitucional", disse Chávez durante as cinco horas de seu programa Alô Presidente. Chávez voltou a acusar os Estados Unidos de estarem apoiando os protestos da oposição no país, e prometeu que mortes ocorridas durante manifestações na semana passada serão investigadas. Os protestos se intensificaram depois de o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) ter anunciado que cerca de um milhão de assinaturas apresentadas em uma petição de referendo sobre o governo de Chávez teriam que ser reconfirmadas. "Nervos de aço" A maior manifestação da oposição foi neste sábado, quando dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas da capital venezuelana, Caracas, para mostrar apoio ao referendo que poderia levar o presidente a deixar o poder. Chávez advertiu a oposição que não hesitará em dar ordens ao Exército para que prenda seus líderes, caso eles tentem organizar uma revolta contra seu governo. "Eu tenho nervos de aço, vocês sabem", disse o presidente. Se referindo à crise no Haiti, e às acusações do ex-presidente haitiano Jean-Bertrand Aristide de que foi forçado por agentes americanos a deixar o poder, Chávez lançou um alerta aos Estados Unidos, dizendo que o país não deve "nem pensar em fazer algo parecido na Venezuela". O governo americano nega as aleagações de que esteja tentando afastar Chávez do poder. |
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