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EUA pedem que presidente do Haiti impeça violência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo dos Estados Unidos divulgou um apelo para que o presidente do Haiti, Jean-Bertrand Aristide, atue para acabar com a violência no país. Em uma mensagem divulgada pela embaixada em Porto Príncipe, o governo americano manifestou sua preocupação com as informações de que grupos armados pró-governo estão realizando saques, queimando barricadas e matando pessoas na capital haitiana. A mesma mensagem pede que rebeldes armados que estão tomando cidades no interior do país paralisem sua marcha rumo à capital. De acordo com o correspondente da BBC em Porto Príncipe Stephen Gibbs, o apelo dos Estados Unidos é um sinal claro de que as autoridades em Washington estão perdendo a paciência com o presidente Aristide. Gibbs disse que, na mensagem, o governo americano parece sugerir que o presidente tem culpa no caos que tomou o país, e diz que ele deve emitir as instruções necessárias para que esse caos chegue ao fim. A nota também diz que o presidente deve fazer algo em nome de sua honra e reputação e tendo em conta seu legado na história do Haiti. Refugiados Nesta quinta-feira, o governo americano começou a repatriar cerca de 500 haitianos que foram encontrados no mar tentando chegar aos Estados Unidos, fugindo da crise no seu país de origem. Na quarta-feira, o presidente Bush disse que havia dado ordens à Guarda Costeira para repatriar os haitianos que fossem encontrados fugindo para os Estados Unidos. Ativistas dos direitos humanos criticaram a decisão de mandar de volta para o Haiti os refugiados, argumentando que eles deveriam ter direito a proteção até que a segurança no país pudesse ser garantida. Paralelamente, a agência de refugiados da ONU pediu aos países vizinhos ao Haiti que recebam os refugiados do país. |
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