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Brasil pode enviar força policial ao Haiti, diz Amorim | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta sexta-feira em Caracas, durante a reunião de cúpula do G-15, que o Brasil pode enviar uma força policial para o Haiti. "Se for necessária uma força policial - não uma forca de intervenção, mas uma força para preservar o diálogo e a estabilidade, preservar a situação humanitária -, o Brasil estudará meios de poder ajudar", afirmou o ministro. "O Brasil obviamente vê com imensa preocupação o agravamento da crise no Haiti. Acho que a nossa preocupação principal tem que ser evitar um banho de sangue", disse Amorim. O ministro também disse que recomendou ao embaixador do Brasil na ONU, Ronaldo Sardemberg, que apresentasse em um discurso ao órgão a posição brasileira no tocante ao Haiti. Nota Nesta quinta-feira, o Itamaraty divulgou uma nota em que disse que o Brasil deve enviar, em breve, um avião com fuzileiros navais ao Haiti. A missão teria como objetivos reforçar a segurança da embaixada brasileira em Porto Príncipe e retirar do país cidadãos brasileiros e de países sul-americanos que assim o desejarem. A nota não disse exatamente quando o Brasil deve enviar o avião, nem quantos fuzileiros navais seriam enviados. Na missão, também seriam levados ao Haiti gêneros de primeira necessidade, como combustível, água potável e alimentos não-perecíveis. |
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